O centro da moralidade cigana é a família, pequena ou grande, e para defendê-la criou-se todo um código interno que tutela os direitos do sangue, do matrimônio e da raça. Segundo esse código, é pecado para o cigano:
- Não ajudar outro cigano;
- violar os direitos de outro cigano;
- faltar ao respeito pelos mais velhos;
- faltar à palavra dada entre ciganos;
- abandonar os filhos;
- a separação conjugal por traição;
- a maternidade antes do matrimônio;
- falta de pudor no vestir e nos modos de comportar;
- furtar em local sagrado;
- ofender a memória dos mortos.
Assede Paiva

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